quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Sobre Estar Off

É esquisito ficar dez dias desconectada totalmente do mundo. É meio como se qualquer coisa pudesse acontecer. No interunesp, já existe uma tradição de lançar um boato maluco pra se divertir com a facilidade com que vários bobos desavisados acreditam nele. O ano passado espalharam que o Didi morreu (e eu fui uma das bobas desavisadas).


Daí que eu entrei na internet, ontem, dia 24, meio que preparada pra qualquer coisa. 10 dias. É muito tempo. E sabe o que foi mais estranho de tudo? Nada aconteceu. A Unidos da Tijuca ganhou o carnaval, o Mossad matou um traficante de armas do Hamas, Alexander McQueen morreu... e aí? Não quero desmerecer nenhuma dessas notícias, mas caramba, saber ou não saber delas não mudou a minha vida em nada. O mundo hoje anda muito louco... todo mundo vive nessa ilusão que na era da internet as coisas acontecem muito rápido e que por isso temos que estar sempre antenados, e blablabla... mas na prática, se você naufragar em uma ilha por um ano, quando você voltar à civilização, em um dia você já conseguiu pegar fácil as coisas mais importantes que aconteceram no mundo, e você nem vai ficar tão surpreendido assim.





O chato é que mesmo tendo consciência dessas coisas, eu não consigo parar de procurar saber das notícias. Sou meio refém disso mesmo.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

3 filmes da semana

Uma Rua Chamada Pecado



O filme é animal, os atores são todos absurdos de bom, mas só consigo falar uma coisa: Marlon Brando. É uma divindade, só pode.



Flashdance



Ás vezes faz você ter vergonha de imaginar que seus pais usaram algumas daquelas roupas, ou acharam algumas daquelas coisas bonitas. Os anos 80 foram anos estranhos.
Mas o filme é bem legal principalmente pra quem gosta de filmes de dança (eu!). E a cena do teste no final é clássica!



Canções de amor




Pra quem não se incomoda com a mania de musicais de falar tudo cantando, é um filmaço. Começa como a história de um amor a três, que vai reagindo a surpresas más, encontrando surpresas boas e tentando se adaptar a ambas. Sobre como as coisas tomam rumos imprevisiveis e sobre como é mesmo válida toda forma de amor.
Como se não bastasse, ainda tem o Garrel.